O Brasil tem sim chance de conquistar uma medalha nesta olímpiada de basquete. Entretanto, precisa focar na primeira fase, contra os razoáveis times de Austrália e Inglaterra, para poder jogar contra Espanha e Rússia sem pressão de vencer. Vencer a Rússia, é vital para garantir a segunda posição no grupo, mas se conseguir também vencer a Espanha (bem improvável) pode ficar com o primeiro lugar do grupo e escapar de EUA e Espanha até uma possível final, o que seria o melhor resultado possível, pois caso isso aconteça o time fica com boas chances de conquistar uma medalha de prata, o que seria esplêndido, mas mesmo sem enfrentar EUA e Espanha podemos perder, pois França, Rússia e Argentina podem vencer o Brasil, pois são do nosso nível. Não há razão para ter tanta expectativa assim, pois o mais provável de fato é que o Brasil acabe disputando o bronze contra França, Rússia ou Argentina, e nesses casos tudo pode acontecer, mas um quarto lugar não seria ruim, de qualquer forma.
28/07/2012
27/07/2012
Será que agora vai?
Essa é provavelmente a última ( e maior) chance de Roger Federer para conquisttar sua tão sonhada medalha de ouro olímpica de simples. Sem a presença de Nadal e embalado pela conquista do título de Wimbledon e do número 1 do ranking mundial o suíço é o favorito absoluto para a medalha de ouro que lhe escapou em 2004 e 2008. Agora, para completar a sorte, caiu numa chave tranquila ficando longe de Tsonga e Murray, tendo como maior possível rival(além de Djokovic nas finais) Juan Martín Del Potro, nas semifinais. Thomaz Bellucci enfrenta Tsonga na estreia, e apesar de embalado pelo título em Gstaad não deve ter muitas chances na grama contra o francês. Nas duplas, jogando com André Sá, enfrenta apenas a melhor dupla da história,os irmãos Bryan. Roger Federer disse hoje que pensa em jogar até as olimpíadas do Rio, em 2016, mas mesmo que o faça, acho que já estará velho demais para perseguir a medalha de ouro, então a chance é agora.
15/07/2012
O Lakers está de volta
Depois de um tempo de férias o Blog do Gab está de volta.
O Lakers é impressionante. Depois de apenas uma temporada meio fora dos holofotes, o time dá um jeito de voltar a ser favorito. Foi assim também no meio da década passada, quando a saída de Shaq e aposentadorias de Karl Malone e Gary Payton deixaram o time com Kobe e mais vários jogadores ruins, o time deu um jeito de adquirir Pau Gasol (entretanto, isso foi só em 2007), e fez logo que o trio saiu uma escolha de mestre no Draft de 2005, com a escolha (na décima posição) de Andrew Bynum, que demorou a amadurecer, mas hoje é o segundo melhor pivô da NBA. E agora, quando havia sido posto de lado por Thunder e Heat, volta a ser, junto com os dois citados anteriormente, Clippers e Nets (falo mais sobre os Nets depois) favorito ao título da NBA, ao adquirir Steve Nash e montar um belíssimo time, talvez ainda inferior ao Heat e ao Thunder, mas certamente com condições de jogar de igual para igual com eles. Isso muda muito para o time, pois boa parte das posses de bola dos Lakers, o time não conseguia criar nada e a bola sobrava para Kobe, marcadíssimo, tentar arremessar desequilibrado, de forma absurda, e desperdiçavam muitas posses de bola com isso. Agora, com Nash, Kobe deve parar de arremessar 30 bolas por noite como fez ano passado, sendo que em no mínimo 10 não tinha condição absolutamente nenhuma de acertar. O Miami também melhorou muito, com a aquisição de Ray Allen, que teoricamente não seria nada de mais, pois ele não joga em nenhuma das posições que o Heat precisa (armador e pivô) mas mostra que o time tem interesse em usar Bosh como pivô, com LeBron de ala-pivô e Allen e Wade podem jogar tanto de alas quanto alas-armadores, resolvendo, portanto, uma das posições em que o Miami é fraco, e a mais importante, pois Chalmers foi bem mais útil na conquista do título do que qualquer um idos pivôs que o técnico Eric Spoelstra utilizou. Outro time que se reforçou muito foi o Brooklyn (sim, o time mudou de cidade) Nets, que renovou com Deron e Gerald Wallace, e adquiriu reservas de peso e o All-Star Joe Johnson, do Atlanta Hawks, tendo também um belo time para brigar pelas primeiras posições no Leste. Apesar da saída de Steve Nash e a provável de Grant Hill, o Phoenix Suns já tem um time mais forte do que tinha temporada passada, tendo Goran Dragic e Luis Scola no elenco, e quase também Eric Gordon, apresentando uma oferta máxima ao free agent restrito do New Orleans Hornets, que entretanto decidiu igualar a oferta e o manter. Após uma troca por Raymond Felton e a aquisição de Jason Kidd o NY Knicks não deve igualar a proposta do Houston Rockets por Jeremy Lin nem a do Toronto Raptors por Landry Fields.
O Lakers é impressionante. Depois de apenas uma temporada meio fora dos holofotes, o time dá um jeito de voltar a ser favorito. Foi assim também no meio da década passada, quando a saída de Shaq e aposentadorias de Karl Malone e Gary Payton deixaram o time com Kobe e mais vários jogadores ruins, o time deu um jeito de adquirir Pau Gasol (entretanto, isso foi só em 2007), e fez logo que o trio saiu uma escolha de mestre no Draft de 2005, com a escolha (na décima posição) de Andrew Bynum, que demorou a amadurecer, mas hoje é o segundo melhor pivô da NBA. E agora, quando havia sido posto de lado por Thunder e Heat, volta a ser, junto com os dois citados anteriormente, Clippers e Nets (falo mais sobre os Nets depois) favorito ao título da NBA, ao adquirir Steve Nash e montar um belíssimo time, talvez ainda inferior ao Heat e ao Thunder, mas certamente com condições de jogar de igual para igual com eles. Isso muda muito para o time, pois boa parte das posses de bola dos Lakers, o time não conseguia criar nada e a bola sobrava para Kobe, marcadíssimo, tentar arremessar desequilibrado, de forma absurda, e desperdiçavam muitas posses de bola com isso. Agora, com Nash, Kobe deve parar de arremessar 30 bolas por noite como fez ano passado, sendo que em no mínimo 10 não tinha condição absolutamente nenhuma de acertar. O Miami também melhorou muito, com a aquisição de Ray Allen, que teoricamente não seria nada de mais, pois ele não joga em nenhuma das posições que o Heat precisa (armador e pivô) mas mostra que o time tem interesse em usar Bosh como pivô, com LeBron de ala-pivô e Allen e Wade podem jogar tanto de alas quanto alas-armadores, resolvendo, portanto, uma das posições em que o Miami é fraco, e a mais importante, pois Chalmers foi bem mais útil na conquista do título do que qualquer um idos pivôs que o técnico Eric Spoelstra utilizou. Outro time que se reforçou muito foi o Brooklyn (sim, o time mudou de cidade) Nets, que renovou com Deron e Gerald Wallace, e adquiriu reservas de peso e o All-Star Joe Johnson, do Atlanta Hawks, tendo também um belo time para brigar pelas primeiras posições no Leste. Apesar da saída de Steve Nash e a provável de Grant Hill, o Phoenix Suns já tem um time mais forte do que tinha temporada passada, tendo Goran Dragic e Luis Scola no elenco, e quase também Eric Gordon, apresentando uma oferta máxima ao free agent restrito do New Orleans Hornets, que entretanto decidiu igualar a oferta e o manter. Após uma troca por Raymond Felton e a aquisição de Jason Kidd o NY Knicks não deve igualar a proposta do Houston Rockets por Jeremy Lin nem a do Toronto Raptors por Landry Fields.
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